La oficina de Tíbet, Nueva York
El alto miembro de la Escuela de Leyes de Harvard de 43 años ha sido electo Kalon Tripa de la Administración Central Tibetana
DHARAMSALA: EL Dr.Lobsang Sangay ganó con 27.051 votos (55%) en la ronda final de elecciones celebrada el 20 de marzo. De 83.990 votantes registrados, 49.184 emitieron su voto.
Los otros dos candidatos –el ex Primer Ministro Tenzin Namgyal Tethong y el ex ministro Tashi Wangdi- obtuvieron 18.405 (37.42%) y 3173 (6.44%) votos, respectivamente.
En un mensaje de agradecimiento, el Dr.Sangay dijo: “Con profunda humildad acepto el apoyo del pueblo tibetano y el cargo de Kalon Tripa. Es aleccionador darse cuenta que cerca de 50.000 personas en más de 30 países votaron en las recientes elecciones de Kalon Tripa (Primer Ministro) y Chitue (diputados). Vuestro abrumador apoyo es gratificante y haré lo máximo para estar a la altura de sus expectativas”.
“Veo mi elección como una afirmación de las políticas de largo alcance de Su Santidad el Dalai Lama y otro importante paso hacia la realización de su visión de una sociedad tibetana verdaderamente democrática. Creo que el éxito de las recientes elecciones del Kalon Tripa y Chitue y que la activa participación de los tibetanos en las elecciones es una victoria moral significativa”, dijo.
“Quiero expresar mi sincero aprecio y extender mi más profundo apoyo al pueblo del Tíbet que continua mostrando un tremendo coraje incluso en la más difícil de las situaciones. Nuestros corazones y mentes están firmemente con ellos”, dijo.
“Insto a cada tibetano y a los amigos del Tíbet a unirse a mí en nuestra causa común para aliviar el sufrimiento de los tibetanos en el Tíbet ocupado y retornar a Su Santidad el Dalai Lama a su legítimo lugar en el Palacio de Potala”, agregó.
Los Tibetanos Eligen al Dr.Lobsang Sangay Como Kalon Tripa (Primer Ministro)
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Tributo a Martin Luther King
Vale!
Direção de Luis Góes, com trilha sonora magnífica! Produzido voluntariamente para a Associação Palas Athena, em celebração à 8ª Semana Martin Luther King.
Exibido durante o 87º fórum do Comitê da Cultura de Paz, dia 13/04/2011, com a presença de Dennis Watlington e do cônsul dos Estados Unidos, J.T. Dowling.
Direção de Luis Góes, com trilha sonora magnífica! Produzido voluntariamente para a Associação Palas Athena, em celebração à 8ª Semana Martin Luther King.
Exibido durante o 87º fórum do Comitê da Cultura de Paz, dia 13/04/2011, com a presença de Dennis Watlington e do cônsul dos Estados Unidos, J.T. Dowling.
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Hora do Planeta 2011

Sábado, 26/03, apague as luzes das 20h30 às 2130h.
Apague as luzes para ver um mundo melhor.
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Ciranda das mulheres sábias
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março.
Saiba que você é abençoada, apesar das hesitações, quedas, tempo perdido, certezas, perspicácias e mistificações, pois tudo isso é combustível para avançar...
... Portanto, que sempre consigamos resistir a quaisquer falsidades coletivas que procurem anular a visão e a audição da alma. Assim, a mulher sábia espia do meio do bosque cerrado.
Que nos afastemos dos zombeteiros que não ouvem esse chamado para a vida da alma. Assim, a mulher sábia avança por seu caminho.
Se necessário for, que nos transformemos em alegres subversivas que estão em constante crescimento, e têm um coração luminoso e calmo. Assim, chega o espírito à superfície do lago.
Que nos recusemos a ser jogadas para cair em um lugar qualquer, mas, em vez disso, vamos planejar e cumprir nossas fugas do que é morbidamente banal, bem como do que é cronicamente vazio ou brutal. Assim, o espírito se ergue em pleno esplendor.
Saiba que você é abençoada, apesar das hesitações, quedas, tempo perdido, certezas, perspicácias e mistificações, pois tudo isso é combustível para avançar...
... Portanto, que sempre consigamos resistir a quaisquer falsidades coletivas que procurem anular a visão e a audição da alma. Assim, a mulher sábia espia do meio do bosque cerrado.
Que nos afastemos dos zombeteiros que não ouvem esse chamado para a vida da alma. Assim, a mulher sábia avança por seu caminho.
Se necessário for, que nos transformemos em alegres subversivas que estão em constante crescimento, e têm um coração luminoso e calmo. Assim, chega o espírito à superfície do lago.
Que nos recusemos a ser jogadas para cair em um lugar qualquer, mas, em vez disso, vamos planejar e cumprir nossas fugas do que é morbidamente banal, bem como do que é cronicamente vazio ou brutal. Assim, o espírito se ergue em pleno esplendor.
“Tudo quanto vive é teu próximo” - Tributo a Gandhi
Domingo, 30/01/2011, a partir das 10h: Praça Tulio Fontoura - Espaço Gandhi, em frente ao Parque Ibirapuera e Assembléia Legislativa. Entrada franca.
Gandhi exerceu um poder transformador definitivo no cenário da vida política do século passado, tornando-se referência de mudanças estruturais e inspirando muitas das nossas conquistas mais recentes. Entre elas, a mediação e resolução pacífica de conflitos; a simplicidade voluntária como instrumento de sustentabilidade socioambiental; a valorização da mulher e a busca de equidade entre os gêneros; o diálogo inter-religioso e intercultural; a responsabilidade social de todos na construção do bem comum; a necessidade de consolidar o poder local para gerar autonomia e senso de pertencimento.
Gandhi, na condição de visionário, abriu espaços novos de compreensão do humano em sua relação com o mundo, antecipando em décadas os princípios de sustentabilidade e interdependência ao afirmar: “Tudo quanto vive é teu próximo”.
>> PROGRAMAÇÃO
10h – Abertura oficial
– Pronunciamento do Exmo. Senhor Secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente
– Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho
– Pronunciamento do Exmo. Senhor Secretário Municipal de Esportes Walter Feldman
– Homenagem do Exmo. Senhor Cônsul Geral da Índia Jeitendra Tripathi e Senhor Kesavan
– Nair, representante da Associação Indiana
10h30 – Música e dança tradicionais indianas
11h – Atividades artísticas e recreativas de inspiração gandhiana nas seis tendas interativas que contarão com a presença de facilitadores, entre eles os atores João Signorelli e Tininha Calazans, e os professores Lucia Lee, Mônica Simas e equipe de Marcos Rojo.
Clique aqui para ver a localização do Espaço Gandhi.
Realização: Consulado Geral da Índia, Associação Palas Athena, Associação Indiana e Câmara de Comércio Brasil-Índia.
Apoio: Prefeitura de São Paulo.
Adesão Institucional: Comitê Cultura de Paz, Conselho Parlamentar pela Cultura de Paz, Instituto Sou da Paz, Rede Gandhi, UMAPAZ - Universidade do Meio Ambiente e Cultura de Paz e UNESCO.
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"Todo aquele que tem coisas de que não precisa é um ladrão"
Com esta frase de Gandhi, Lia Diskin, co-fundadora da Associação Palas Athena, encerra a entrevista a Marques Casara, da Papel Social Comunicação, sobre mudanças climáticas, consumo, ética e responsabilidade planetária.
Entrevista: Lia Diskin from Papel Social Comunicação on Vimeo.
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Cultura de Paz: da reflexão à ação
Elisabete Santana
É curiosa nossa estadia neste Planeta. Há bilhões de pessoas que não conheço, e provavelmente não terei o prazer. Inventamos uma métrica para o registro do tempo e constatamos que, de fato, passa - muito antes dela, nossa biologia e estética já davam conta de que estamos fadados à degradação. É fato: vamos morrer todos, como todos os que vieram antes de nós, ou não. Então, para quê? Por que?
Não vou ousar responder a estas perguntas, para as quais inteligências infinitamente mais competentes que a minha já teceram considerações brilhantes. Mas, arrisco, sim, a afirmar que o modo como estamos e agimos neste Planeta faz diferença [boa e má] para nós e os que aqui também moram, próximos e/ou desconhecidos, independentemente do tempo que a vida de cada um dura.
Por isso entrei nessa até a medula. E não é fácil.
Quem poderá dizer que não quer paz? Ah, sim, os 'senhores das armas' lucram muito com as guerras. E como permitimos que uma completa e minúscula minoria se arvore ao direito de nos matar, seja com bombas, tiros, de fome de comida e/ou de cultura? Decidi que não permitiria. Ilusão? Não. Possível? Sim. Como? Simples, transformando a cultura de guerra, com a qual nos acostumamos ao longo dos últimos sete mil anos, e nem nos damos conta, em uma Cultura de Paz. Como? Transformando nosso modelo mental, o que requer uma ginástica interna colossal.
Não vou ousar responder a estas perguntas, para as quais inteligências infinitamente mais competentes que a minha já teceram considerações brilhantes. Mas, arrisco, sim, a afirmar que o modo como estamos e agimos neste Planeta faz diferença [boa e má] para nós e os que aqui também moram, próximos e/ou desconhecidos, independentemente do tempo que a vida de cada um dura.
Por isso entrei nessa até a medula. E não é fácil.
Quem poderá dizer que não quer paz? Ah, sim, os 'senhores das armas' lucram muito com as guerras. E como permitimos que uma completa e minúscula minoria se arvore ao direito de nos matar, seja com bombas, tiros, de fome de comida e/ou de cultura? Decidi que não permitiria. Ilusão? Não. Possível? Sim. Como? Simples, transformando a cultura de guerra, com a qual nos acostumamos ao longo dos últimos sete mil anos, e nem nos damos conta, em uma Cultura de Paz. Como? Transformando nosso modelo mental, o que requer uma ginástica interna colossal.
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