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A virtual counter-revolution

The internet has been a great unifier of people, companies and online networks. Powerful forces are threatening to balkanise it


Sep 2nd 2010
The Economist
 
THE first internet boom, a decade and a half ago, resembled a religious movement. Omnipresent cyber-gurus, often framed by colourful PowerPoint presentations reminiscent of stained glass, prophesied a digital paradise in which not only would commerce be frictionless and growth exponential, but democracy would be direct and the nation-state would no longer exist. One, John-Perry Barlow, even penned “A Declaration of the Independence of Cyberspace”.


Even though all this sounded Utopian when it was preached, it reflected online reality pretty accurately. The internet was a wide-open space, a new frontier. For the first time, anyone could communicate electronically with anyone else—globally and essentially free of charge. Anyone was able to create a website or an online shop, which could be reached from anywhere in the world using a simple piece of software called a browser, without asking anyone else for permission. The control of information, opinion and commerce by governments—or big companies, for that matter—indeed appeared to be a thing of the past. “You have no sovereignty where we gather,” Mr Barlow wrote.

País deixa de gerar US$ 5 bi por ano com fitoterápicos

Valor é diferença entre mercado nacional e o de países como Japão e França

Dono da biodiversidade mais elevada do mundo, Brasil tem hoje apenas uma droga desse gênero baseada na flora nativa

RICARDO MIOTO
ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA - 07/06/2010

O Brasil deixa de gerar cerca de US$ 5 bilhões ao ano por não conseguir transformar sua flora em remédios.

Essa é a diferença entre o valor movimentado pelo tímido mercado brasileiro de fitoterápicos e por mercados como o francês, o japonês e o alemão -países com uma biodiversidade muito menor que a brasileira, mas que tiveram sucesso na transformação de moléculas de plantas em medicamentos.

Brasil fica em 2º lugar em ranking de 'consumo verde'

O Brasil ficou em segundo lugar em um ranking de "consumo verde" compilado pela National Geographic Society, uma instituição científica e educacional com sede nos Estados Unidos.

BBC Brasil , 03/06/2010

A lista foi elaborada por meio de entrevistas com 17 mil pessoas em 17 países, entre emergentes e avançados, e mediu os hábitos em relação a consumo e estilo de vida em 65 quesitos.

O ranking elaborado há três anos, chamado Greendex – uma fusão das palavras "índice" (index) e "verde" (green) em inglês -, foi novamente encabeçado pelas economias emergentes, com Índia, Brasil, China, México e Argentina à frente.

Americanos e canadenses ficaram na lanterna, embora esses dois países venham registrando progressos em termos de comportamento ambiental desde o início da medição, em 2008.
 
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