Valor é diferença entre mercado nacional e o de países como Japão e França
Dono da biodiversidade mais elevada do mundo, Brasil tem hoje apenas uma droga desse gênero baseada na flora nativa
RICARDO MIOTO
ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA - 07/06/2010
O Brasil deixa de gerar cerca de US$ 5 bilhões ao ano por não conseguir transformar sua flora em remédios.
Essa é a diferença entre o valor movimentado pelo tímido mercado brasileiro de fitoterápicos e por mercados como o francês, o japonês e o alemão -países com uma biodiversidade muito menor que a brasileira, mas que tiveram sucesso na transformação de moléculas de plantas em medicamentos.
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País deixa de gerar US$ 5 bi por ano com fitoterápicos
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Mata Atlântica perde 130 Ibirapueras
Levantamento aponta que Minas Gerais foi o Estado que mais desmatou o bioma no período entre 2008 e 2010, seguido por Paraná e Santa Catarina
27 de maio de 2010 | 0h 00
Afra Balazina - O Estado de S.Paulo
Mais de 20,8 mil hectares de Mata Atlântica - o equivalente a 130 Parques do Ibirapuera - foram desmatados entre 2008 e 2010 no Brasil. Desta vez, o bioma que já perdeu cerca de 93% de sua área original foi mais maltratado em Minas Gerais. O Estado liderou com folga o ranking dos maiores destruidores da floresta, com 12,5 mil hectares cortados.
A transformação da mata em carvão para abastecer a siderurgia é apontada como uma das causas para o alto desmatamento em Minas. Na sequência, aparecem no ranking o Paraná (2,6 mil hectares perdidos) e Santa Catarina (2,1 mil hectares).
27 de maio de 2010 | 0h 00
Afra Balazina - O Estado de S.Paulo
Mais de 20,8 mil hectares de Mata Atlântica - o equivalente a 130 Parques do Ibirapuera - foram desmatados entre 2008 e 2010 no Brasil. Desta vez, o bioma que já perdeu cerca de 93% de sua área original foi mais maltratado em Minas Gerais. O Estado liderou com folga o ranking dos maiores destruidores da floresta, com 12,5 mil hectares cortados.
A transformação da mata em carvão para abastecer a siderurgia é apontada como uma das causas para o alto desmatamento em Minas. Na sequência, aparecem no ranking o Paraná (2,6 mil hectares perdidos) e Santa Catarina (2,1 mil hectares).
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