Ministério da Ciência e Tecnologia deve lançar ainda este mês edital de R$ 5 mi para pesquisas
05 de junho de 2010
Karina Ninni - Especial para O Estado
Foto: Ararajuba, por Janduari Simões/Divulgação
Reduto de biodiversidade, o Brasil ficou para trás em pesquisas genéticas no setor. O Ministério da Ciência e Tecnologia promete começar este mês a tirar o atraso, lançando um edital que destina R$ 5 milhões a pesquisas sobre códigos de barras genético, os barcodes. O termo se refere à técnica pela qual cientistas criam arquivos com dados do sequenciamento de um gene específico de algum ser vivo. A ideia é montar um banco no qual, a cada espécie, corresponda um barcode.
O código pode ajudar a impedir o contrabando de animais e plantas, porque facilita a identificação de espécies em fronteiras e aeroportos. Faz parte de um arsenal de instrumentos que revolucionou estudos sobre biodiversidade, hoje orientados para a preservação da riqueza genética das espécies.
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Brasil quer ter banco de código de barras genético
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Mata Atlântica perde 130 Ibirapueras
Levantamento aponta que Minas Gerais foi o Estado que mais desmatou o bioma no período entre 2008 e 2010, seguido por Paraná e Santa Catarina
27 de maio de 2010 | 0h 00
Afra Balazina - O Estado de S.Paulo
Mais de 20,8 mil hectares de Mata Atlântica - o equivalente a 130 Parques do Ibirapuera - foram desmatados entre 2008 e 2010 no Brasil. Desta vez, o bioma que já perdeu cerca de 93% de sua área original foi mais maltratado em Minas Gerais. O Estado liderou com folga o ranking dos maiores destruidores da floresta, com 12,5 mil hectares cortados.
A transformação da mata em carvão para abastecer a siderurgia é apontada como uma das causas para o alto desmatamento em Minas. Na sequência, aparecem no ranking o Paraná (2,6 mil hectares perdidos) e Santa Catarina (2,1 mil hectares).
27 de maio de 2010 | 0h 00
Afra Balazina - O Estado de S.Paulo
Mais de 20,8 mil hectares de Mata Atlântica - o equivalente a 130 Parques do Ibirapuera - foram desmatados entre 2008 e 2010 no Brasil. Desta vez, o bioma que já perdeu cerca de 93% de sua área original foi mais maltratado em Minas Gerais. O Estado liderou com folga o ranking dos maiores destruidores da floresta, com 12,5 mil hectares cortados.
A transformação da mata em carvão para abastecer a siderurgia é apontada como uma das causas para o alto desmatamento em Minas. Na sequência, aparecem no ranking o Paraná (2,6 mil hectares perdidos) e Santa Catarina (2,1 mil hectares).
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