Ao fazer xixi durante o banho diário, cada pessoa economiza pelo menos uma descarga por dia; são 12 litros por descarga. Nas chamadas descargas econômicas, o reservatório acoplado ao vaso tem capacidade para seis litros de água.
Em um ano, a economia pode variar de 2.190 litros a 4.380 litros de água; em três anos, portanto, pode-se encher um caminhão-pipa inteiro. Tudo isso se só uma pessoa fizer sua parte. Se a população da cidade de São Paulo fizer o mesmo, a água economizada será suficiente para abastecer todos os moradores de Natal, capital do Rio Grande do Norte. Se todo o Brasil fizer o mesmo, são três meses de economia de toda água tratada pela Sabesp (a empresa de São Paulo, maior do país).
Xixi no Banho -> http://bit.ly/z0fpm
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Brasil fica em 2º lugar em ranking de 'consumo verde'
O Brasil ficou em segundo lugar em um ranking de "consumo verde" compilado pela National Geographic Society, uma instituição científica e educacional com sede nos Estados Unidos.
BBC Brasil , 03/06/2010
A lista foi elaborada por meio de entrevistas com 17 mil pessoas em 17 países, entre emergentes e avançados, e mediu os hábitos em relação a consumo e estilo de vida em 65 quesitos.
O ranking elaborado há três anos, chamado Greendex – uma fusão das palavras "índice" (index) e "verde" (green) em inglês -, foi novamente encabeçado pelas economias emergentes, com Índia, Brasil, China, México e Argentina à frente.
Americanos e canadenses ficaram na lanterna, embora esses dois países venham registrando progressos em termos de comportamento ambiental desde o início da medição, em 2008.
BBC Brasil , 03/06/2010
A lista foi elaborada por meio de entrevistas com 17 mil pessoas em 17 países, entre emergentes e avançados, e mediu os hábitos em relação a consumo e estilo de vida em 65 quesitos.
O ranking elaborado há três anos, chamado Greendex – uma fusão das palavras "índice" (index) e "verde" (green) em inglês -, foi novamente encabeçado pelas economias emergentes, com Índia, Brasil, China, México e Argentina à frente.
Americanos e canadenses ficaram na lanterna, embora esses dois países venham registrando progressos em termos de comportamento ambiental desde o início da medição, em 2008.
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Coleta seletiva ineficiente joga pelo lixo até R$ 749 milhões por ano
Cálculo feito pelo Ipea a pedido do 'Estado' leva em conta prejuízos para a indústria e para os cofres públicos e os danos ambientais
05 de junho de 2010
A ineficiência da política de coleta seletiva feita pela Prefeitura em São Paulo e o transbordo de materiais recicláveis para aterros sanitários causam prejuízos anuais de até R$ 749 milhões para a sociedade. As perdas ocorrem principalmente por causa dos custos adicionais nas indústrias pelo uso de material virgem em vez de reciclado, dos danos ambientais e de gastos de orçamento público com a destinação final de lixos em aterros.
Todo ano, São Paulo manda mais de 1 milhão de toneladas de papel, papelão, plástico, aço, vidro e alumínio misturado ao lixo convencional, em vez de enviar esse material para a reciclagem. Em tempos de economia aquecida, o consumo das famílias aumenta e, por consequência, o descarte de embalagens. Como as atuais 16 centrais de triagem da Prefeitura já não dão conta do material coletado, a tendência é que esse desperdício cresça.
05 de junho de 2010
A ineficiência da política de coleta seletiva feita pela Prefeitura em São Paulo e o transbordo de materiais recicláveis para aterros sanitários causam prejuízos anuais de até R$ 749 milhões para a sociedade. As perdas ocorrem principalmente por causa dos custos adicionais nas indústrias pelo uso de material virgem em vez de reciclado, dos danos ambientais e de gastos de orçamento público com a destinação final de lixos em aterros.
Todo ano, São Paulo manda mais de 1 milhão de toneladas de papel, papelão, plástico, aço, vidro e alumínio misturado ao lixo convencional, em vez de enviar esse material para a reciclagem. Em tempos de economia aquecida, o consumo das famílias aumenta e, por consequência, o descarte de embalagens. Como as atuais 16 centrais de triagem da Prefeitura já não dão conta do material coletado, a tendência é que esse desperdício cresça.
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