Cálculo aplicado à América Latina reduz o Índice de Desenvolvimento Humano conforme as diferenças de rendimento, educação e saúde
Brasília, 23/07/2010
da PrimaPagina
As condições de vida desiguais no Brasil corroem quase 1/5 do padrão de desenvolvimento do país, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo PNUD. O estudo traz o cálculo do IDH-D (Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade) que “penaliza” as diferenças de rendimentos, de escolaridade e de saúde. O IDH brasileiro cai 19% quando, em vez de levar em conta as médias nacionais como ocorre geralmente, considera essas disparidades. Ajustado de acordo com o mesmo método, o índice da América Latina e do Caribe tem queda semelhante (-19,1).
Os dados estão no Relatório Regional sobre Desenvolvimento Humano para a América Latina e o Caribe 2010, intitulado “Atuar sobre o futuro: romper a transmissão intergeracional da desigualdade”. A publicação constata que a desigualdade na região é alta, persistente e ocorre em um contexto de baixa mobilidade social.
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Com desigualdade, IDH-D do Brasil cai 19%, aponta nova metodologia do PNUD
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Dor crônica é mais frequente em pessoas com baixa escolaridade
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil
13/06/2010
São Paulo - As dores crônicas afligem quase um terço da população da capital paulista. Segundo o Estudo Epidemiológico da Dor no município de São Paulo (Epidor), o mal é mais frequente entre as pessoas com menor escolaridade. O trabalho foi realizada pelo Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e patrocinado por um laboratório farmacêutico privado.
A coordenadora do estudo, Maria do Rosário Latorre, aponta as condições de vida, o tipo de ocupação e a facilidade do acesso ao atendimento médico como as prováveis causas da associação entre a escolaridade e a ocorrência de dor crônica. “São trabalhos que exigem algum esforço físico, ou estar exposto a alguma substância que dá dor de cabeça. Além disso, as pessoas com baixa escolaridade, geralmente, moram nesses bairros periféricos, pegam ônibus lotado e enfrentam muito mais problemas do que as pessoas que vão com o seu carro.”
Repórter da Agência Brasil
13/06/2010
São Paulo - As dores crônicas afligem quase um terço da população da capital paulista. Segundo o Estudo Epidemiológico da Dor no município de São Paulo (Epidor), o mal é mais frequente entre as pessoas com menor escolaridade. O trabalho foi realizada pelo Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e patrocinado por um laboratório farmacêutico privado.
A coordenadora do estudo, Maria do Rosário Latorre, aponta as condições de vida, o tipo de ocupação e a facilidade do acesso ao atendimento médico como as prováveis causas da associação entre a escolaridade e a ocorrência de dor crônica. “São trabalhos que exigem algum esforço físico, ou estar exposto a alguma substância que dá dor de cabeça. Além disso, as pessoas com baixa escolaridade, geralmente, moram nesses bairros periféricos, pegam ônibus lotado e enfrentam muito mais problemas do que as pessoas que vão com o seu carro.”
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