Roxana Morduchowicz y Joel Bahloul participaron en un seminario sobre lectura de la UNAM
“Viven en una sociedad multimedia, hay que enseñarles a usar esos lenguajes y escrituras”, indicó la experta argentina
“Creo en la relación física con el libro”, dijo la catedrática de EU
Periódico La Jornada
Domingo 6 de junio de 2010
Ericka Montaño Garfias
Los métodos de lectura entre los jóvenes están sufriendo una transformación en la que el libro impreso ha dejado de ser el soberano, para convivir ahora con una cultura multimedia, advierten las especialistas Roxana Morduchowicz y Joel Bahloul.
“No es que los chicos no lean, sino que leen otras cosas, en otros lugares, con otros fines y de otra manera. Podrán leer menos libros, pero no leen menos”, subraya Morduchowicz directora de Educación y Medios del Ministerio de Educación de Argentina, quien junto con Bahloul, participó en dos seminarios: La lectura en el mundo de los jóvenes, ¿una actividad en riesgo?, que comenzó el miércoles anterior en el Centro Universitario de Investigaciones Bibliotecológicas en la Torre II de Humanidades de la Universidad Nacional Autónoma de México(UNAM), organizado por la maestra Elsa Ramírez.
El otro se realizó el jueves y viernes con el tema Una mirada al desencuentro con la lectura, ¿por qué los jóvenes se alejan de los libros?, en la librería Octavio Paz del Fondo de Cultura Económica.
“Los jóvenes no leen menos: leen otras cosas, en otros lugares y de otra manera”
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Nature Publisher Aim to Save Planet by Democratizing Science
By Eliot Van Buskirk, 06/06/2010
Nature Publishing Group has disseminated information between scientists for more than 140 years, starting with the prestigious Nature journal. Now, it hopes to reach out to college and high school students, in part because so many of them lose interest in hard science around that time.
“Thirty percent of science students drop out of science programs after their freshman year in college, which is a really alarming statistic” said Nature Publishing Group SVP Vikram Savkar. In some countries, he added, such programs don’t exist at all.
At stake, he says, could be nothing less than the survival of our species.
Nature Publishing Group has disseminated information between scientists for more than 140 years, starting with the prestigious Nature journal. Now, it hopes to reach out to college and high school students, in part because so many of them lose interest in hard science around that time.
“Thirty percent of science students drop out of science programs after their freshman year in college, which is a really alarming statistic” said Nature Publishing Group SVP Vikram Savkar. In some countries, he added, such programs don’t exist at all.
At stake, he says, could be nothing less than the survival of our species.
País deixa de gerar US$ 5 bi por ano com fitoterápicos
Valor é diferença entre mercado nacional e o de países como Japão e França
Dono da biodiversidade mais elevada do mundo, Brasil tem hoje apenas uma droga desse gênero baseada na flora nativa
RICARDO MIOTO
ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA - 07/06/2010
O Brasil deixa de gerar cerca de US$ 5 bilhões ao ano por não conseguir transformar sua flora em remédios.
Essa é a diferença entre o valor movimentado pelo tímido mercado brasileiro de fitoterápicos e por mercados como o francês, o japonês e o alemão -países com uma biodiversidade muito menor que a brasileira, mas que tiveram sucesso na transformação de moléculas de plantas em medicamentos.
Dono da biodiversidade mais elevada do mundo, Brasil tem hoje apenas uma droga desse gênero baseada na flora nativa
RICARDO MIOTO
ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA - 07/06/2010
O Brasil deixa de gerar cerca de US$ 5 bilhões ao ano por não conseguir transformar sua flora em remédios.
Essa é a diferença entre o valor movimentado pelo tímido mercado brasileiro de fitoterápicos e por mercados como o francês, o japonês e o alemão -países com uma biodiversidade muito menor que a brasileira, mas que tiveram sucesso na transformação de moléculas de plantas em medicamentos.
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Desmatamento na Amazônia cai no bimestre em relação a janeiro-fevereiro
Nuvens atrapalham avaliação da área total desmatada e dificultam comparação com 2009
07 de junho de 2010
O sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), registrou nos meses de março e abril, respectivamente, 51,79 km2 e 51,71 km2 de desmatamentos por corte raso ou degradação progressiva na Amazônia Legal, somando 103.5 km2.
Veja a evolução do desmatamento na Amazônia
07 de junho de 2010
O sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), registrou nos meses de março e abril, respectivamente, 51,79 km2 e 51,71 km2 de desmatamentos por corte raso ou degradação progressiva na Amazônia Legal, somando 103.5 km2.
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Thich Nhat Hanh - The River of Life
From the book Touching the Earth by Zen Master Thich Nhat Hanh. In this meditation entitled "The River of Life" we on our interconnection with our blood and spiritual ancestors.
To listen it -> http://bit.ly/bCjmst
My spiritual and blood descendants and my spiritual and blood ancestors are all present in me. I am they and they are me. I do not have a seperate self. We are all present in a wonderful stream of life which is constantly flowing and changing in a marvelous way.
To listen it -> http://bit.ly/bCjmst
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Mensagens oferecem falsos prêmios e vantagens durante a Copa; veja dicas
Por meio de mensagens eletrônicas que oferecem prêmios e vantagens, os golpistas infectam os computadores dos usuários. Um dos golpes oferece uma viagem para a Copa da África do Sul com tudo pago.
Nota desta Redação: mesmo com dicas relevantes dadas por esta matéria, não concordamos com a banalização do termo 'criminosos'.
O universitário Diogo Moraes Vieira recebeu uma dessas mensagens. "Tinha o emblema da Copa do Mundo deste ano. Falava que eu tinha recebido uma quantia de R$ 300 mil para poder ir à Copa. E era uma ficha cadastral, para colocar o nome completo, telefone, endereço e outros dados pessoais", conta.
"Historicamente, eventos maiores causam aumento nos crimes. Especialmente eventos como Copa do Mundo, Olimpíada, eleições, que envolvem o povo em um sentimento específico. Eles querem consumir informação. [Os criminosos] Se aproveitam disso", diz Gabriel Rossi, especialista em segurança na internet.
Nota desta Redação: mesmo com dicas relevantes dadas por esta matéria, não concordamos com a banalização do termo 'criminosos'.
O universitário Diogo Moraes Vieira recebeu uma dessas mensagens. "Tinha o emblema da Copa do Mundo deste ano. Falava que eu tinha recebido uma quantia de R$ 300 mil para poder ir à Copa. E era uma ficha cadastral, para colocar o nome completo, telefone, endereço e outros dados pessoais", conta.
"Historicamente, eventos maiores causam aumento nos crimes. Especialmente eventos como Copa do Mundo, Olimpíada, eleições, que envolvem o povo em um sentimento específico. Eles querem consumir informação. [Os criminosos] Se aproveitam disso", diz Gabriel Rossi, especialista em segurança na internet.
Expansão da economia transforma oito países em 'leões africanos', diz relatório
Um relatório da consultoria Boston Consulting Group (BCG) chama atenção para o "despertar" da economia africana, em particular para oito países com taxas de crescimento semelhantes ou até maiores que as das principais economias emergentes.
BBC Brasil, 03/06/2010
Foto: AFP
Segundo o estudo, apresentado em Casablanca, no Marrocos, desde 1998, as 500 maiores empresas africanas fora do setor bancário cresceram 8,3% ao ano.
Esse desempenho foi impulsionado pelas exportações, cujo crescimento anual passou de 3% nos anos 90 para 18% desde 2000, diz a consultoria.
Mas o relatório destaca 40 empresas, todas elas localizadas em países chamados de "leões africanos", que, na opinião do instituto de pesquisas, merecem mais atenção do que recebem dos investidores internacionais.
BBC Brasil, 03/06/2010
Foto: AFP
Segundo o estudo, apresentado em Casablanca, no Marrocos, desde 1998, as 500 maiores empresas africanas fora do setor bancário cresceram 8,3% ao ano.
Esse desempenho foi impulsionado pelas exportações, cujo crescimento anual passou de 3% nos anos 90 para 18% desde 2000, diz a consultoria.
Mas o relatório destaca 40 empresas, todas elas localizadas em países chamados de "leões africanos", que, na opinião do instituto de pesquisas, merecem mais atenção do que recebem dos investidores internacionais.
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